sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

E esperança nunca morre.


2010 começou: um novo ano, uma nova década. Há 120 anos vivíamos o nosso primeiro ano totalmente inseridos na República e, de lá para cá, muitas mudanças aconteceram. Uma delas foi a eleição de um presidente vindo das massas, um ex-lider sindical, que indicava um novo caminho na história brasileira, apesar de alguns discordarem. Entretanto, independente de quem governa, problemas do passado ainda continuam, atrapalham o progresso e precisam acabar.

Elites ainda dominam o governo; políticos roubam sem pensar duas vezes e não são punidos; a falta de educação impede que se forme uma população culta, que seja criativa e que tenha autonomia no pensamento; falta saneamento básico, moradia, saúde e educação para a maioria da população e isso, entre outros problemas, acontece devido à falta de planejamento político na criação de projetos eficazes e na realização deles.

Há também a falta de recursos que muitos políticos gostam de usar como desculpa que, de uns tempos para cá, tem entrado em desuso. O Brasil tem crescido muito economicamente e o maior volume de capital abriu espaço para que víssemos um problema que, até então, tinha uma razão de existir. O grande volume de impostos que, no passado, serviam para aumentar as riquezas, hoje atrapalham o nosso desenvolvimento.Temos urgentemente que melhorar nosso sistema fiscal, que exige demais de uma pequena parcela da população.

Eliminar ou coibir a corrupção com a aplicação das punições já existentes seria o primeiro passo para melhorar a situação do país. Depois, seria necessário uma reforma no sistema fiscal, pois só assim atrairíamos mais investimentos que garantiriam a execução de todas as mudanças sociais que precisamos. 2010 é um ano de eleições e é de se esperar que o nosso novo governante tenha em vista esses aspectos, se quiser realmente manter o Brasil estável e com um bom desenvolvimento.

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